Prefeitura Municipal de Galvão
CNPJ: 83.009.902/0001-16
Av. Sete de Setembro, 548 - centro CEP: 89838-000
Telefone: (49) 3342 1111 Fax: (49) 3342 1111
Data de fundação: 07 de abril de 1963
População: 4.220 habitantes
Colonização: italiana, alemã e cabocla
Principais etnias: italiana, alemã e cabocla
Localização: Oeste, na microrregião de Xanxerê, a 601 quilômetros de Florianópolis
Área: 123 quilômetros quadrados
Clima: mesotérmico úmido, com verão fresco e temperatura média de 17,5 graus centígrados
Altitude: 790 m acima do nível do mar
Cidades próximas: São Lourenço do Oeste, Novo Horizonte, Coronel Martins, Jupiá, São Domingos
História
O Distrito de Galvão foi criado em 1959, (justamente no ano em que eu nasci) tendo como sede o local conhecido por Campina da Saudade. O então distrito, foi elevado à categoria de Município pela Lei Estadual nº 864/62, de 14 de dezembro, ocorrendo sua instalação em 7 de abril de 1963. Em outubro de 1963, foi realizada a eleição para escolha do primeiro prefeito, onde saiu vencedor Evaldo Ricardo Marquet, pelo PSD (Partido Social Democrático).
Os primeiros moradores começaram a chegar em 1940, procedentes do Rio Grande do Sul, depois de terem se radicado na região de Palmas e Clevelândia. A cidade de Galvão, mesmo antes da criação do Distrito, teve os nomes de Saudade e Sede Galvão. Houve interesse, também, em mudar o nome para São Miguel, derivado da Fazenda São Miguel, uma das mais antigas e importantes do lugar e atualmente nome do padroeiro da cidade. A denominação Galvão, porém, já tinha se firmado entre a população e teve sua origem na "Fazenda Galvão" uma das grandes propriedades pertencentes à família de Manoel Lustosa Martins.
19/03/2010
11/03/2010
Esculturas em alumínio reciclado, do artista plástico carnaubense Dedé Carnaúba faz sucesso em Florianópolis
As esculturas do artista Dedé Carnaúba, que fizeram parte da Exposição "Por Elas", realizada pela Adese, em sua sede, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, estão fazendo um grande sucesso na II Mostra Nacional de Desenvolvimento Regional, em Florianópolis-SC.
Muitos visitantes do Stand da Vila Seridó(nome do stand da Meso Seridó) ficaram encantados com a beleza, a criatividade e a riqueza de detalhes das esculturas, além de apoiarem a iniciativa que prima pela reutilização do alumínio das latinhas de cerveja vazias.
Muitos visitantes do Stand da Vila Seridó(nome do stand da Meso Seridó) ficaram encantados com a beleza, a criatividade e a riqueza de detalhes das esculturas, além de apoiarem a iniciativa que prima pela reutilização do alumínio das latinhas de cerveja vazias.
10/03/2010
O SERIDÓ FAZ BONITO NA II MOSTRA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL
Muito apreciada a presença e a participação do Seridó na II Mostra nacional de Desenvovimento Regional. É que algumas coisas no evento é prioridade do Seridó. Dentre as quais estão o bordado e o boné, além da apreciação do queijo de coalho de leite de cabra, posto para degustação pela CERSEL-Currais Novos, e as esculturas recicladas em alumínio feitas por dedé Caarnaúba.
O stand do Seridó é uma referência para os visitantes pelo jeito seridoense de ser. O acolhimento, aliado ao fato de alguns produtos serem exclusividades da nossa região, fazem a "Vila Seridó" (nome dado ao espaço reservado ao Seridó pelo Ministério da Integração) um lugar de visitação obrigatória pelos milhares de expositores e visitantes externos.
O evento, em sua segunda edição, proporciona oportunidade de conhecimento e comercialização de diversos produtos de todas as mesorregiões diferenciadas do país. É uma verdadeira mostra nacional do que se faz nas mais distantes comunidades dos estados brasileiros.
O stand do Seridó é uma referência para os visitantes pelo jeito seridoense de ser. O acolhimento, aliado ao fato de alguns produtos serem exclusividades da nossa região, fazem a "Vila Seridó" (nome dado ao espaço reservado ao Seridó pelo Ministério da Integração) um lugar de visitação obrigatória pelos milhares de expositores e visitantes externos.
O evento, em sua segunda edição, proporciona oportunidade de conhecimento e comercialização de diversos produtos de todas as mesorregiões diferenciadas do país. É uma verdadeira mostra nacional do que se faz nas mais distantes comunidades dos estados brasileiros.
07/03/2010
06/03/2010
A BELEZA DE UMA MULHER
As dicas a seguir, de um poema de Sam Levenson, são usadas por Audrey Hepburn como uma bela mensagem sobre a verdadeira beleza da Mulher. E como neste dia 08-03 é o Dia Internacional da Mulher, ofereço como minha homenagem àquelas que fazem a vida ser melhor e mais doce. Especialmente à minha doce Sônia!
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1. Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.
2. Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.
3. Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos.
4. Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia.
5. Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho.
6. Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; jamais jogue alguém fora.
7. Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final do seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos, uma para ajudar a nós mesmos, a outra para ajudar o próximo.
8. A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.
9. A beleza de uma mulher não está na expressão facial, mas a verdadeira beleza de uma mulher está refletida em sua alma. Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra.
10. A beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos.
Autoria: Sam Levenson
1. Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.
2. Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.
3. Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos.
4. Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia.
5. Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho.
6. Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; jamais jogue alguém fora.
7. Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final do seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos, uma para ajudar a nós mesmos, a outra para ajudar o próximo.
8. A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.
9. A beleza de uma mulher não está na expressão facial, mas a verdadeira beleza de uma mulher está refletida em sua alma. Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra.
10. A beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos.
Autoria: Sam Levenson
ONDE TEM SERIDÓ, TEM COISA BOA!
Essa é a impressão que a gente tem, e é também o que a gente mais houve nos eventos regionais ou nacionais em que temos seridoenses participando. Nos inúmeros eventos dos quais eu participei, sempre tive a certeza de que nós seridoenses temos muito a oferecer e contribuir nas discussões e tomadas de decisões.
Onde tem um(a) seridoense, com certeza tem alegria, musicalidade, paixão, criatividade e muita, mas muita vontade de mudar a triste realidade de sofrimento diante da aspereza do semi-árido.
Onde tem um(a) seridoense, tem uma gastronomia especial e diferente, com doces, biscoitos, queijos, carnes e dezenas de receitas maravilhosas, receitas que dão água na boca de qualquer um.
Onde tem um(a) seridoense, tem música, dança, rima e outras modalidades culturais. Tem forró, quadrilha, samba, baião, sei lá...
Onde tem um(a) seridoense, tem discussão sobre a terra e os frutos que ela nos oferece, com ênfase na relação homem-terra/terra-homem.
Por fim, chega de conversa! Onde tem seridoense, tem tudo de bom! E ponto final!!!!!
Onde tem um(a) seridoense, com certeza tem alegria, musicalidade, paixão, criatividade e muita, mas muita vontade de mudar a triste realidade de sofrimento diante da aspereza do semi-árido.
Onde tem um(a) seridoense, tem uma gastronomia especial e diferente, com doces, biscoitos, queijos, carnes e dezenas de receitas maravilhosas, receitas que dão água na boca de qualquer um.
Onde tem um(a) seridoense, tem música, dança, rima e outras modalidades culturais. Tem forró, quadrilha, samba, baião, sei lá...
Onde tem um(a) seridoense, tem discussão sobre a terra e os frutos que ela nos oferece, com ênfase na relação homem-terra/terra-homem.
Por fim, chega de conversa! Onde tem seridoense, tem tudo de bom! E ponto final!!!!!
Veja que interessante o comentário abaixo, que foi enviado por um leitor anônimo do blogdegalvao. Coisa de cidadão politizado!
É vergonhoso um ministro do supremo dizer que está triste por que está vendo um governador preso, ele deveria ter dito que estava triste, isso sim, em vê que tipo de políticos nós temos governando os estados e municípios do Brasil. Ele deveria dizer que estava triste em vê a situação de nossa população em ter TIPOS DE POLITICOS tão sem futuro. Isso que aconteceu em Brasília, ocorre em todos os lugares do Brasil, ou seja, esquemas de roubos do dinheiro público para as campanhas políticas. O caso de Brasília só veio à tona porque houve um desentendimento entre Arruda e o denunciante, se não, estava tudo por “debaixo do pano”.
CAATINGA BRASILEIRA TEVE 16,57 MIL km² DESMATADOS EM SEIS ANOS
Veja que triste realidade publicada no UOL Notícias:
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou nesta terça-feira (2) que o total de caatinga desmatado no Brasil saltou de 43,38% em 2002 para 45,39% em 2008, o que significa que 16.576 km² de vegetação já foram extraídos. A área equivale a onze vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Entre 2002 e 2008, a taxa média de desmatamento foi de 2.763 km² por ano. Segundo mapeamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a área da caatinga é de 826.411,23 km². A precisão na identificação dos desmatamentos foi de 98,4%.
Para o ministro, os números são "assustadores". "É muito. Isso tem de ser reduzido", disse. "Podemos dizer que equivale proporcionalmente à área desmatada na Amazônia, se considerarmos que a Amazônia é cinco vezes maior que a Caatinga".
Os Estados que mais desmataram foram a Bahia e o Ceará. Juntos, eles desmataram quase 9.000 km² em seis anos. Em terceiro lugar veio o Piauí, com 2.586 km² no mesmo período. A devastação da Amazônia somou 247,6 quilômetros quadrados em outubro e novembro do ano passado, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)
Entre os municípios brasileiros que mais desmataram entre 2002 e 2008 estão Acopiara, Tauá, Boa Viagem e Crateús, no Ceará, Bom Jesus da Lapa, Campo Formoso, Tucano e Mucugê, na Bahia, e Serra Talhada e São José do Belmonte, em Pernambuco.
O desmatamento, segundo o ministério, provocou a emissão média de 25 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano durante esse período. Minc destacou que o desmatamento da caatinga é pulverizado, o que torna mais difícil combatê-lo. Entre as principais causas do desmatamento da caatinga estão o uso da mata nativa para lenha e carvão e o avanço de polos agrícola e pecuário. “Não haverá solução para a defesa da caatinga sem mudar a matriz energética, com o uso de energia eólica, de pequenas centrais hidrelétricas e do gás natural”, afirmou o ministro.
Segundo dados do ministério, a maior parte do carvão é usada em siderúrgicas de Minas Gerais e do Espírito Santo, no polo gesseiro e no cerâmico do Nordeste e também em pequenas indústrias que usam lenha e carvão. Outra fonte de desmatamento é a pecuária, principalmente a bovina, que está associada ao corte raso da caatinga.
“Nós pleitearemos que o Fundo de Mudanças Climáticas, que tem R$ 1 bilhão, assinado pelo presidente Lula no final do ano passado, tenha metade de seu valor destinado ao Nordeste, região que será mais afetada pelas mudanças climáticas”, disse Minc.
A caatinga é um ecossistema existente apenas no Brasil e abrange os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e da Bahia, além do norte de Minas Gerais, ocupando 11% do território nacional. A flora desse bioma tem 932 tipos de plantas e a fauna, 148 mamíferos e 510 aves. O ministério pretende mapear cinco biomas brasileiros --Cerrado, Caatinga, Pantanal, Pampa e Mata Atlântica-- no prazo de um ano. As imagens devem apontar mudanças na cobertura vegetal do país.
* Com informações da Agência Brasil.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou nesta terça-feira (2) que o total de caatinga desmatado no Brasil saltou de 43,38% em 2002 para 45,39% em 2008, o que significa que 16.576 km² de vegetação já foram extraídos. A área equivale a onze vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Entre 2002 e 2008, a taxa média de desmatamento foi de 2.763 km² por ano. Segundo mapeamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a área da caatinga é de 826.411,23 km². A precisão na identificação dos desmatamentos foi de 98,4%.
Para o ministro, os números são "assustadores". "É muito. Isso tem de ser reduzido", disse. "Podemos dizer que equivale proporcionalmente à área desmatada na Amazônia, se considerarmos que a Amazônia é cinco vezes maior que a Caatinga".
Os Estados que mais desmataram foram a Bahia e o Ceará. Juntos, eles desmataram quase 9.000 km² em seis anos. Em terceiro lugar veio o Piauí, com 2.586 km² no mesmo período. A devastação da Amazônia somou 247,6 quilômetros quadrados em outubro e novembro do ano passado, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)
Entre os municípios brasileiros que mais desmataram entre 2002 e 2008 estão Acopiara, Tauá, Boa Viagem e Crateús, no Ceará, Bom Jesus da Lapa, Campo Formoso, Tucano e Mucugê, na Bahia, e Serra Talhada e São José do Belmonte, em Pernambuco.
O desmatamento, segundo o ministério, provocou a emissão média de 25 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano durante esse período. Minc destacou que o desmatamento da caatinga é pulverizado, o que torna mais difícil combatê-lo. Entre as principais causas do desmatamento da caatinga estão o uso da mata nativa para lenha e carvão e o avanço de polos agrícola e pecuário. “Não haverá solução para a defesa da caatinga sem mudar a matriz energética, com o uso de energia eólica, de pequenas centrais hidrelétricas e do gás natural”, afirmou o ministro.
Segundo dados do ministério, a maior parte do carvão é usada em siderúrgicas de Minas Gerais e do Espírito Santo, no polo gesseiro e no cerâmico do Nordeste e também em pequenas indústrias que usam lenha e carvão. Outra fonte de desmatamento é a pecuária, principalmente a bovina, que está associada ao corte raso da caatinga.
“Nós pleitearemos que o Fundo de Mudanças Climáticas, que tem R$ 1 bilhão, assinado pelo presidente Lula no final do ano passado, tenha metade de seu valor destinado ao Nordeste, região que será mais afetada pelas mudanças climáticas”, disse Minc.
A caatinga é um ecossistema existente apenas no Brasil e abrange os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e da Bahia, além do norte de Minas Gerais, ocupando 11% do território nacional. A flora desse bioma tem 932 tipos de plantas e a fauna, 148 mamíferos e 510 aves. O ministério pretende mapear cinco biomas brasileiros --Cerrado, Caatinga, Pantanal, Pampa e Mata Atlântica-- no prazo de um ano. As imagens devem apontar mudanças na cobertura vegetal do país.
* Com informações da Agência Brasil.
23/02/2010
Mais uma vez a APAE de Caicó me surpreende!
Estou muito feliz! E tenho motivos de sobra pra isso! É que eu fui dar um presente aos professores e demais profissionais da instituição, através de uma palestra sobre motivação e auto-estima, e quem ganhou o presente foi eu. Ganhei um Certificado de Amigo da Apae de Caicó.
Segundo João, Dirigente da instituição, o certificado é um reconhecimento por meus serviços prestados à Apae. É que eu tenho me colocado à disposição para ajudar durante as semanas pedagógicas e em outros momentos como reuniões de familiares de alunos.
Mas qualquer trabalho nesse sentido é muito parazeroso. A Apae é uma super instituição, e seus profissionais são super seres humanos! Um grande abraço aos apaeanos!
Segundo João, Dirigente da instituição, o certificado é um reconhecimento por meus serviços prestados à Apae. É que eu tenho me colocado à disposição para ajudar durante as semanas pedagógicas e em outros momentos como reuniões de familiares de alunos.
Mas qualquer trabalho nesse sentido é muito parazeroso. A Apae é uma super instituição, e seus profissionais são super seres humanos! Um grande abraço aos apaeanos!
18/02/2010
17/02/2010
Fazer o bem incomoda
É uma pena que seja assim, mas fazer o bem incomoda sim, senhor! Basta que a gente vasculhe alguns momentos da história da humanidade para ver que, sempre que alguém fez algum bem, foi imediatamente alvo de críticas. Umas boas e outras descabidas. Mas, fazer o quê?
Talvez que o problema resida no fato de algumas pessoas confudirem quem faz o bem com santo. Definitivamente, quem faz o bem não é por isso um santo. Eu não sou santo, você não é santo. Mas, nem por isso somos impedidos de fazer o bem. Agir positivamente em relação às pessoas é uma decisão de cada um. É uma atitude pessoal. Da mesma forma que agir negativando as pessoas também o é. Só que, ao contrário de fazer o bem, fazer o mal é mais fácil e compromete menos quem o faz com sua vítima. A própria natureza da decisão age como repelente.
Outra questão que confunde algumas pessoas, é achar que quem faz o bem não pode errar. Não só pode, como erra! Como diz Jorge de Altinho, em Menino de Rua, "só Papai do céu é que é perfeito". Assim, fica claro que todos somos imperfeitos. Eu sou, e sei que sou imperfeito! Fazer o quê? Afinal, alguém já disse que "quem não faz por medo de errar, já errou". Então, se eu tiver que errar por fazer, vou continuar fazendo. Mas, sem falsa modéstia, com humildade eu peço desculpa se incomodo alguém!
Talvez que o problema resida no fato de algumas pessoas confudirem quem faz o bem com santo. Definitivamente, quem faz o bem não é por isso um santo. Eu não sou santo, você não é santo. Mas, nem por isso somos impedidos de fazer o bem. Agir positivamente em relação às pessoas é uma decisão de cada um. É uma atitude pessoal. Da mesma forma que agir negativando as pessoas também o é. Só que, ao contrário de fazer o bem, fazer o mal é mais fácil e compromete menos quem o faz com sua vítima. A própria natureza da decisão age como repelente.
Outra questão que confunde algumas pessoas, é achar que quem faz o bem não pode errar. Não só pode, como erra! Como diz Jorge de Altinho, em Menino de Rua, "só Papai do céu é que é perfeito". Assim, fica claro que todos somos imperfeitos. Eu sou, e sei que sou imperfeito! Fazer o quê? Afinal, alguém já disse que "quem não faz por medo de errar, já errou". Então, se eu tiver que errar por fazer, vou continuar fazendo. Mas, sem falsa modéstia, com humildade eu peço desculpa se incomodo alguém!
11/02/2010
De Ministro a Deputado, todos querem a Barragem de Oiticica. E por quê ela não está construída? O que falta? Vontade ou dinheiro? Veja alguns recortes de notícias sobre o assunto:
Ministro anuncia reinício das obras da barragem de Oiticica
Publicação: 06 de Maio de 2009 às 00:00
Rodrigo Sena
Ministro sobrevoa o Vale do Açu e anuncia reinício de obras
Publicada às 14h55 - Atualizada às 16h46
Em cerimônia ocorrida no início da tarde desta terça-feira em Assu, o ministro da Integração Geddel Vieira Lima anunciou a construção da barragem Oiticica Seridó. “O projeto está pronto e será encaminhando essa semana para Brasília. Recebendo este projeto determinarei que o secretário Carlos Santa faça a licitação. Essa foi uma determinação do presidente Lula”, comentou o ministro.
Femurn pede inclusão da Barragem de Oiticica entre as prioridades do Governo
A reivindicação é para que sejam feitos maiores investimentos em obras estruturantes que representem uma solução para o problema do abastecimento de água
Por Karla Larissa
Femurn pede inclusão da Barragem de Oiticica entre as prioridades do Governo
A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) solicitou à governadora Wilma de Faria a inclusão da Barragem de Oiticica entre as prioridades para as obras estruturantes do Governo do Estado.
O ofício, assinado pelo presidente da Femurn, José Lins, e também pelos presidentes da Associação dos Municípios do Seridó, Ivanildo Albuquerque e da Associação dos Municípios da Micro-região do Seridó Ocidental, Juarez Medeiros, foi entregue na manhã deste sábado (9), durante a reunião da governadora com a bancada federal.
A reivindicação da Femurn e das Associações é para que sejam feitos maiores investimentos em obras estruturantes que representem uma solução para o problema do abastecimento de água na região do Seridó.
“Entendemos que a população do Seridó continua enfrentando o desabastecimento, o que compromete a qualidade de vida e gera limitações para a geração de trabalho e renda, além de inviabilizar a permanência do homem em seu ambiente de origem”, ressaltam no documento.
No ofício, as entidades ainda argumentam que a construção da Barragem de Oiticica é fundamental para garantir o desenvolvimento da região. “A falta d’água fragiliza o homem, compromete a vida e impede que possamos garantir o desenvolvimento tão desejado”, justifica o documento.
Fátima Bezerra afirma que barragem de Oiticica será concluída com recursos do governo federal
07:00 , atualizada às 12:32 16/05/2009 - PAC
A deputada federal Fátima Bezerra (PT) afirmou ontem que a barragem de Oiticica, em Jucurutu, cuja construção, segundo especialistas, solucionaria 80% dos problemas decorrentes das enchentes em períodos chuvosos, deverá ser incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "A barragem será incluída no programa, são cerca de R$ 180 milhões. Isso não é uma utopia, a obra será concluída pelo atual governo", disse a parlamentar ao JH Primeira Edição, ao ser referir à administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Como prova de que o projeto sairá do papel, Fátima diz que um "bom exemplo" são os trabalhos feitos na barragem de Tabatinga, em Macaíba. "O município sempre sofreu com as enchentes e nenhum governo havia tomado qualquer providência. Este governo assumiu a luta e a primeira parte do projeto está aí para ser terminada. Então, a barragem de Oiticica tem condições de ser custeada pelo PAC", enfatizou.
Ao ser questionada sobre as críticas do deputado federal Felipe Maia (DEM), que reclamou do fato do governo Lula ter utilizado apenas 2% dos recursos destinados para a prevenção de tragédias em 2009, Fátima afirmou que as "iniciativas estão sendo tomadas". "O governo tem sido ágil, as providências estão sendo adotadas de maneira imediata. A distribuição de alimentos, de roupas e colchões são um paliativo. Agora, temos que pensar a médio e longo prazo", disse.
Fátima disse que as soluções estruturantes estão sendo discutidas pelo governo federal, como a própria construção da barragem. Além disso, citou a importância da ampliação das estações de piscicultura, que podem permitir aos pescadores uma forma garantida de manter seu meio de sobrevivência mesmo em períodos de calamidade.
"Essas atitudes são de caráter estruturante, não são um paliativo, são com sustentabilidade. O governo federal esteve presente no RN e no Nordeste. Dois ministros já foram ao estado, o que gerou uma resposta prática", destaca, dessa vez se referindo aos auxiliares do presidente, Geddel Vieira (ministro Integração Nacional) e Altemir Gregolim (Pesca).
Do Blog: Tudo isso e muito mais, e a Barragem de Oiticia ainda não é uma realidade em nossa região. Temos a possibilidade de vivenciar mais um ano de muita chuva, e muita água vai diretamente para o mar, sem um barramento importante para a sobreviência nos anos escassos do precioso líquido. Até quando nós vamos continuar passivos diante de questões tão sérias, deixando que nos enganem com promessas que enchem as urnas de votos, mas esvaziam as mesas de pão?
Publicação: 06 de Maio de 2009 às 00:00
Rodrigo Sena
Ministro sobrevoa o Vale do Açu e anuncia reinício de obras
Publicada às 14h55 - Atualizada às 16h46
Em cerimônia ocorrida no início da tarde desta terça-feira em Assu, o ministro da Integração Geddel Vieira Lima anunciou a construção da barragem Oiticica Seridó. “O projeto está pronto e será encaminhando essa semana para Brasília. Recebendo este projeto determinarei que o secretário Carlos Santa faça a licitação. Essa foi uma determinação do presidente Lula”, comentou o ministro.
Femurn pede inclusão da Barragem de Oiticica entre as prioridades do Governo
A reivindicação é para que sejam feitos maiores investimentos em obras estruturantes que representem uma solução para o problema do abastecimento de água
Por Karla Larissa
Femurn pede inclusão da Barragem de Oiticica entre as prioridades do Governo
A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) solicitou à governadora Wilma de Faria a inclusão da Barragem de Oiticica entre as prioridades para as obras estruturantes do Governo do Estado.
O ofício, assinado pelo presidente da Femurn, José Lins, e também pelos presidentes da Associação dos Municípios do Seridó, Ivanildo Albuquerque e da Associação dos Municípios da Micro-região do Seridó Ocidental, Juarez Medeiros, foi entregue na manhã deste sábado (9), durante a reunião da governadora com a bancada federal.
A reivindicação da Femurn e das Associações é para que sejam feitos maiores investimentos em obras estruturantes que representem uma solução para o problema do abastecimento de água na região do Seridó.
“Entendemos que a população do Seridó continua enfrentando o desabastecimento, o que compromete a qualidade de vida e gera limitações para a geração de trabalho e renda, além de inviabilizar a permanência do homem em seu ambiente de origem”, ressaltam no documento.
No ofício, as entidades ainda argumentam que a construção da Barragem de Oiticica é fundamental para garantir o desenvolvimento da região. “A falta d’água fragiliza o homem, compromete a vida e impede que possamos garantir o desenvolvimento tão desejado”, justifica o documento.
Fátima Bezerra afirma que barragem de Oiticica será concluída com recursos do governo federal
07:00 , atualizada às 12:32 16/05/2009 - PAC
A deputada federal Fátima Bezerra (PT) afirmou ontem que a barragem de Oiticica, em Jucurutu, cuja construção, segundo especialistas, solucionaria 80% dos problemas decorrentes das enchentes em períodos chuvosos, deverá ser incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "A barragem será incluída no programa, são cerca de R$ 180 milhões. Isso não é uma utopia, a obra será concluída pelo atual governo", disse a parlamentar ao JH Primeira Edição, ao ser referir à administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Como prova de que o projeto sairá do papel, Fátima diz que um "bom exemplo" são os trabalhos feitos na barragem de Tabatinga, em Macaíba. "O município sempre sofreu com as enchentes e nenhum governo havia tomado qualquer providência. Este governo assumiu a luta e a primeira parte do projeto está aí para ser terminada. Então, a barragem de Oiticica tem condições de ser custeada pelo PAC", enfatizou.
Ao ser questionada sobre as críticas do deputado federal Felipe Maia (DEM), que reclamou do fato do governo Lula ter utilizado apenas 2% dos recursos destinados para a prevenção de tragédias em 2009, Fátima afirmou que as "iniciativas estão sendo tomadas". "O governo tem sido ágil, as providências estão sendo adotadas de maneira imediata. A distribuição de alimentos, de roupas e colchões são um paliativo. Agora, temos que pensar a médio e longo prazo", disse.
Fátima disse que as soluções estruturantes estão sendo discutidas pelo governo federal, como a própria construção da barragem. Além disso, citou a importância da ampliação das estações de piscicultura, que podem permitir aos pescadores uma forma garantida de manter seu meio de sobrevivência mesmo em períodos de calamidade.
"Essas atitudes são de caráter estruturante, não são um paliativo, são com sustentabilidade. O governo federal esteve presente no RN e no Nordeste. Dois ministros já foram ao estado, o que gerou uma resposta prática", destaca, dessa vez se referindo aos auxiliares do presidente, Geddel Vieira (ministro Integração Nacional) e Altemir Gregolim (Pesca).
Do Blog: Tudo isso e muito mais, e a Barragem de Oiticia ainda não é uma realidade em nossa região. Temos a possibilidade de vivenciar mais um ano de muita chuva, e muita água vai diretamente para o mar, sem um barramento importante para a sobreviência nos anos escassos do precioso líquido. Até quando nós vamos continuar passivos diante de questões tão sérias, deixando que nos enganem com promessas que enchem as urnas de votos, mas esvaziam as mesas de pão?
AS VÁRIAS FOMES DA MARINA
Por José Bessa Freire
“Ai, meu Deus!/ O que foi que aconteceu/ Com a música popular brasileira”?
Há pouco, Caetano Veloso descartou do seu horizonte eleitoral o presidente Lula da Silva, justificando: “Lula é analfabeto”. Por isso, o cantor baiano aderiu à candidatura da senadora Marina da Silva, que tem diploma universitário. Agora, vem a roqueira Rita Lee dizendo que nem assim vota em Marina para presidente, “porque ela tem cara de quem está com fome”. Os Silva não têm saída: se correr o Caetano pega, se ficar a Rita come.
Tais declarações são espantosas, porque foram feitas não por pistoleiros truculentos, mas por dois artistas refinados, sensíveis e contestadores, cujas músicas nos embalam e nos ajudam a compreender a aventura da existência humana. Num país dominado durante cinco séculos por bacharéis cevados, roliços e enxudiosos, eles naturalizaram o canudo de papel e a banha como requisitos indispensáveis ao exercício de governar, para o qual os Silva, por serem iletrados e subnutridos, estariam despreparados.
Caetano Veloso e Rita Lee foram levianos, deselegantes e preconceituosos. Ofenderam o povo brasileiro, que abriga, afinal, uma multidão de silvas famélicos e desescolarizados. De um lado, reforçam a idéia burra e cartorial de que o saber só existe se for sacramentado pela escola e que tal saber é condição sine qua non para o exercício do poder. De outro, pecam querendo nos fazer acreditar que quem está com fome carece de qualidades para o exercício da representação política. A rainha do rock, debochada, irreverente e crítica, a quem todos admiramos, dessa vez pisou na bola. Feio.
“Venenosa! Êh êh êh êh êh!/ Erva venenosa, êh êh êh êh êh!/ É pior do que cobra cascavel/ O seu veneno é cruel…/ Deus do céu!/ Como ela é maldosa!”.. Nenhum dos dois - nem Caetano, nem Rita - têm tutano para entender esse Brasil profundo que os silvas representam.
A senadora Marina da Silva tem mesmo cara de quem está com fome? Ou se trata de um preconceito de roqueira, que só vê desnutrição ali onde nós vemos uma beleza frágil e sofrida de Frida Kahlo, com seu cabelo amarrado em um coque, seus vestidos longos e seu inevitável xale? Talvez Rita Lee tenha razão em ver fome na cara de Marina, mas se trata de uma fome plural, cuja geografia precisa ser delineada. Se for fome, é fome de quê?
O mapa da fome
A primeira fome de Marina é, efetivamente, fome de comida, fome que roeu sua infância de menina seringueira, quando comeu a macaxeira que o capiroto ralou. Traz em seu rosto as marcas da pobreza, de uma fome crônica que nasceu com ela na colocação de Breu Velho, dentro do Seringal Bagaço, no Acre. Órfã da mãe ainda menina, acordava de madrugada, andava quilômetros para cortar seringa, fazia roça, remava, carregava água, pescava e até caçava. Três de seus irmãos não agüentaram e acabaram aumentando o alto índice de mortalidade infantil.
Com seus 53 quilos atuais, a segunda fome de Marina é dos alimentos que, mesmo agora, com salário de senadora, não pode usufruir: carne vermelha, frutos do mar, lactose, condimentos e uma longa lista de uma rigorosa dieta prescrita pelos médicos, em razão de doenças contraídas quando cortava seringa no meio da floresta. Aos seis anos, ela teve o sangue contaminado por mercúrio. Contraiu cinco malárias, três hepatites e uma leishmaniose.
A fome de conhecimentos é a terceira fome de Marina. Não havia escolas no seringal. Ela adquiriu os saberes da floresta através da experiência e do mundo mágico da oralidade. Quando contraiu hepatite, aos 16 anos, foi para a cidade em busca de tratamento médico e aí mitigou o apetite por novos saberes nas aulas do Mobral e no curso de Educação Integrada, onde aprendeu a ler e escrever. Fez os supletivos de 1º e 2º graus e depois o vestibular para o Curso de História da Universidade Federal do Acre, trabalhando como empregada doméstica, lavando roupa, cozinhando, faxinando.
Fome e sede de justiça: essa é sua quarta fome. Para saciá-la, militou nas Comunidades Eclesiais de Base, na associação de moradores de seu bairro, no movimento estudantil e sindical. Junto com Chico Mendes, fundou a CUT no Acre e depois ajudou a construir o PT. Exerceu dois mandatos de vereadora em Rio Branco, quando devolveu o dinheiro das mordomias legais, mas escandalosas, forçando os demais vereadores a fazerem o mesmo. Elegeu-se deputada estadual e depois senadora, também por dois mandatos, defendendo os índios, os trabalhadores rurais e os povos da floresta.
Quem viveu da floresta, não quer que a floresta morra. A cidadania ambiental faz parte da sua quinta fome. Ministra do Meio Ambiente, ela criou o Serviço Florestal Brasileiro e o Fundo de Desenvolvimento para gerir as florestas e estimular o manejo florestal. Combateu, através do Ibama, as atividades predatórias. Reduziu, em três anos, o desmatamento da Amazônia de 57%, com a apreensão de um milhão de metros cúbicos de madeira, prisão de mais 700 criminosos ambientais, desmonte de mais de 1,5 mil empresas ilegais e inibição de 37 mil propriedades de grilagem.
Tudo vira bosta
Esse é o retrato das fomes de Marina da Silva que -na voz de Rita Lee- a descredencia para o exercício da presidência da República porque, no frigir dos ovos, “o ovo frito, o caviar e o cozido/ a buchada e o cabrito/ o cinzento e o colorido/ a ditadura e o oprimido/ o prometido e não cumprido/ e o programa do partido: tudo vira bosta”.
Lendo a declaração da roqueira, é o caso de devolver-lhe a letra de outra música - ‘Se Manca’ - dizendo a ela: “Nem sou Lacan/ pra te botar no divã/ e ouvir sua merda/ Se manca, neném!/ Gente mala a gente trata com desdém/ Se manca, neném/ Não vem se achando bacana/ você é babaca”. Rita Lee é babaca? Claro que não, mas certamente cometeu uma babaquice. Numa de suas músicas - ‘Você vem’ - ela faz autocrítica antecipada, confessando: “Não entendo de política/ Juro que o Brasil não é mais chanchada/ Você vem….e faz piada”. Como ela é mutante, esperamos que faça um gesto grandioso, um pedido de desculpas dirigido ao povo brasileiro, cantando: “Desculpe o auê/ Eu não queria magoar você”.
A mesma bala do preconceito disparada contra Marina atingiu também a ministra Dilma Rousseff, em quem Rita Lee também não vota porque, “ela tem cara de professora de matemática e mete medo”. Ah, Rita Lee conseguiu o milagre de tornar a ministra Dilma menos antipática! Não usaria essa imagem, se tivesse aprendido elevar uma fração a uma potência, em Manaus, com a professora Mercedes Ponce de Leão, tão fofinha, ou com a nega Nathércia Menezes, tão altaneira.
Deixa ver se eu entendi direito: Marina não serve porque tem cara de fome. Dilma, porque mete mais medo que um exército de logaritmos, catetos, hipotenusas, senos e co-senos. Serra, todos nós sabemos, tem cara de vampiro. Sobra quem?
Se for para votar em quem tem cara de quem comeu (e gostou), vamos ressuscitar, então, Paulo Salim Maluf ou Collor de Mello, que exalam saúde por todos os dentes. Ou o Sarney, untuoso, com sua cara de ratazana bigoduda. Por que não chamar o José Roberto Arruda, dono de um apetite voraz e de cuecões multi-bolsos? Como diriam os franceses, “il péte de santé”. O banqueiro Daniel Dantas, bem escanhoado e já desalgemado, tem cara de quem se alimenta bem. Essa é a elite bem nutrida do Brasil..
Rita Lee não se enganou: Marina tem a cara de fome do Brasil, mas isso não é motivo para deixar de votar nela, porque essa é também a cara da resistência, da luta da inteligência contra a brutalidade, do milagre da sobrevivência, o que lhe dá autoridade e a credencia para o exercício de liderança em nosso país. Marina Silva, a cara da fome? Esse é um argumento convincente para votar nela. Se eu tinha alguma dúvida, Rita Lee me convenceu definitivamente.
♦ O professor José Ribamar Bessa Freire coordena o Programa de Estudos dos Povos Indígenas (UERJ), pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Memória Social (UNIRIO).
07/02/2010
Você pode fazer 99! Se não completar os cem...!
Às vezes a gente se entristece com algumas coisas da vida! Sabe aquela sensação em que você tem certeza que não fez o mal, mas ainda assim o condenam por não fazer o que gostariam que você fizesse? Tem pessoas que esquecem muito rápido o bem que lhe fizeram! Para elas o que importa é que você esteja sempre à postos para quando precisarem. Embora saibam que isso é humanamente impossível.
Decididamente, fazer o bem é a melhor coisa do mundo! Mas não é fácil. Não raro, a gente é confundido com santo ou miraculoso. Isto é, acham que a gente pode fazer do jeito que querem que façamos para sua satisfação. E o que é pior: A gente até pode já ter feito muito, mas como não completou os 100%, todos os 99% são anulados. De nada valeu o carinho e a dedicação. A ingratidão é o deus dos insatisfeitos!
Quando eu publiquei a matéria abaixo, este blog ainda era pouco conhecido e poucas pessoas tiveram acesso ao seu conteúdo. Por isso, resolvi republicar para chamar atenção de mais pessoas para o perigo do excesso.
TODO EXCESSO É PERIGOSO!
O carnaval está aí! As propagandas alardeando suas maravilhas também estão no ar! Ao que parece e pelo que a mídia nos informa, tudo está pronto para a maior festa popular do país. E viva o carnaval! E viva a liberdade de fazer o que se quer, da maneira que se quer fazer. Essa é a idéia reinante sobre o carnaval: tempo de liberdade total, onde o pudor é que é pecado.
Embora eu ache que o carnaval é uma grande festa, importante do ponto de vista da sociabilidade a que favorece. Não posso, igualmente, deixar de achar que o carnaval também é uma festa muito perigosa. Como toda manisfestação social, a festa momesca traz em si, riscos que se confundem com sua beleza e maleabilidade. Por sí só, não tem nenhum mal. Mas, a partir do momento em que o folião se anula em sua essência humana e deixa o comando de suas atitudes sob o manto da racionalidade, o carnaval psssa a ser um perigoso instrumento de alienação e distorção dos planos de Deus!
Cuidado! Essa festa é para ser uma brincadeira, e como tal, não pode ser confundida com orgia e desordenamento social. O verdadeiro carnaval deve trazer alegria, antes, durante e depois. Se ao final da festa, você está mais triste e com sentimento de arrependimento devido as grandes besteiras que cometeu, é porque você não brincou o carnaval.
A brincadeira é uma manifestação social que deve surtir efeitos positivos de crescimento e desenvolvimento. Beber demais, comer demais, perder sono excessivamente trazem prejuízos físicos e psicológicos que, dependendo da sua intensidade podem ser irreversíveis. Por isso, cuidado! brinque! Dance! Cante! Ame! Faça tudo o que for bonito e bom para você!
E haja gato!
Achei muito criativo e apropriado o comentário de um leitor(a) anônimo, sobre a situação política, ou melhor dizendo, sobre as indecisões e mistura política do momento. Por isso resolvi publicar na tela principal do blog. Conforme o próprio autor do comentário, que não quis se identificar, essa foi a forma de protesto escolhida para manisfestar sua indignação. Vejam a seguir:
Vou aproveitar o carnaval para fazer o meu protesto contra essa ladainha da sucessão estadual, eu vou fazer um protesto com algo que tem a ver com essa ladainha da sucessão estadual. Eu vou sair correndo com um BALAIO DE GATOS na cabeça. Eu não quero mais saber desse negocio de correr com uma melancia na cabeça, acho que correr com um BALAIO DE GATOS na cabeça tem mais a ver com essa atual ladainha. Para isso, hoje, logo cedo, fui à feira e comprei um balaio, agora só faltam os gatos e gatas para eu encher o balaio e sair correndo pelas ruas da cidade. Gostaria de contar com a ajuda dos senhores leitores desse blog, ou seja, quem tiver gatos e gatas, que não queiram mais, me envie, por favor, para eu encher o balaio de gatos e sair em toda embalada pelas ruas, vai ser gato pra todo lado… pelas quilaridade…
Do blog: O que você acha dessa balaiada? Ou seria gataiada? Sei lá...!
Vou aproveitar o carnaval para fazer o meu protesto contra essa ladainha da sucessão estadual, eu vou fazer um protesto com algo que tem a ver com essa ladainha da sucessão estadual. Eu vou sair correndo com um BALAIO DE GATOS na cabeça. Eu não quero mais saber desse negocio de correr com uma melancia na cabeça, acho que correr com um BALAIO DE GATOS na cabeça tem mais a ver com essa atual ladainha. Para isso, hoje, logo cedo, fui à feira e comprei um balaio, agora só faltam os gatos e gatas para eu encher o balaio e sair correndo pelas ruas da cidade. Gostaria de contar com a ajuda dos senhores leitores desse blog, ou seja, quem tiver gatos e gatas, que não queiram mais, me envie, por favor, para eu encher o balaio de gatos e sair em toda embalada pelas ruas, vai ser gato pra todo lado… pelas quilaridade…
Do blog: O que você acha dessa balaiada? Ou seria gataiada? Sei lá...!
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